Enem 2017 - Questão 98 (Caderno 7 - Azul - 2ª Aplicação)

(Enem 2017) A aquisição de um telescópio deve levar em consideração diversos fatores, entre os quais estão o aumento angular, a resolução ou poder de separação e a magnitude limite. O aumento angular informa quantas vezes mais próximo de nós percebemos o objeto observado e é calculado como sendo a razão entre as distâncias focais da objetiva (F1) e da ocular (F2). A resolução do telescópio (P) informa o menor ângulo que deve existir entre dois pontos observados para que seja possível distingui-los. A magnitude limite (M) indica o menor brilho que um telescópio pode captar. Os valores numéricos de P e M são calculados pelas expressões: P = 12/D e M = 7,1 + 5(log D), em que D é o valor numérico do diâmetro da objetiva do telescópio, expresso em centímetro.

Disponível em: www.telescopiosastronomicos.com.br. Acesso em: 13 maio 2013 (adaptado).

Ao realizar a observação de um planeta distante e de baixa luminosidade, não se obteve uma imagem nítida. Para melhorar a qualidade dessa observação, os valores de D, F1 e F2 devem ser, respectivamente,


A nitidez está diretamente relacionada com a resolução. Quanto menor ângulo que possibilita a distinção entre dois pontos, melhor a resolução, ou seja, maior a riqueza em detalhes da imagem observada. Essa resolução é calculada através de P = 12/D e, para diminuirmos o ângulo P devemos aumentar a grandeza D.

$$ \downarrow P = \frac{12}{\uparrow D} $$

Ainda para melhorar a imagem, o aumento angular deve ser aumentado para aproximar a percepção do objeto observado. Uma vez que esse aumento é calculado pela razão entre F1 e F2, podemos concluir que devemos aumentar F1 e diminuir F2.

$$ \uparrow \textrm{Aumento Angular} = \frac{\uparrow F_1}{\downarrow F_2} $$

Resposta: a

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